20 de maio de 2018

Progresso e Costumes Brasil x China

Como disse Leandro Karnal, em nosso país a corrupção é ambidestra. Devemos incluir nesta, os manetas, os mancos e os de bengala, como Maluf. O fato é que situação nacional chegou a tal ponto que o executivo, o legislativo e o judiciário tiveram que tomar uma providência perante a população indignada.
Como a direita prevalece nos três poderes e a esquerda acabou de sair do governo, esta levou a pior e muitos foram para a cadeia. A concentração da mídia nas prisões de políticos e assessores da chamada esquerda está ficando evidente demais e a população começa a perguntar sobre o Aécio, Sarney, Renan e outros.
A forma em que o ex-presidente José Sarney conseguiu se eleger senador pelo Amapá é uma típica eleição de quinto mundo. Os processos engavetados no Supremo contra Renan Calheiros são lembrados nas conversas. A maquininha de votar, inexistente no primeiro mundo, é questionada.

Os comentários nas salas de espera são que o executivo, o legislativo e o judiciário estão estragados qualitativamente, esta conceituação é generalizada e cheia de exemplos. Quantitativamente pouco se comenta, pois o brasileiro é ruim em matemática e não consegue visualizar a grandeza dos números.

Anotamos abaixo alguns exemplos quantitativos na corrupção global:

Helmut Kohl, primeiro ministro da Alemanha de 1982 à 1998, (16 anos) foi acusado de doações a partidos políticos no valor de 500 mil euros (2,5 milhões de reais), um escândalo que acabou com a sua careira, apesar de comprovação duvidosa.

O ex-presidente sul-africano Jacob Zuma, renunciou ao cargo em 2018 com 783 acusações de corrupção envolvendo propinas no valor de US$ 5,16 bilhões.

Elías Antonio Saca, que presidiu El Salvador entre 2004 e 2009, está sendo julgado por ter desviado US$ 246 milhões de fundos públicos para contas privadas.

Silvio Berlusconi, ex-primeiro-ministro italiano, foi condenado em última instância por fraude fiscal: fraudou mais de 10 milhões de euros de tributos entre 2000 e 2003 nas suas empresas. Interessante é que não foi condenado por corrupção como governante.

A fortuna de Fidel Castro foi avaliada em US$ 900 milhões pela revista Forbes, que o elegeu o 9º governante mais rico do mundo.

The Guardian elegeu o ex-presidente do Egito, Hosni Mubarak, como o homem mais rico do mundo em 2011, com fortuna de US$ 70 bilhões. A corrupção teve início na compra de arsenal e aviões russos quando era ministro da Aeronáutica no governo de Anwar Al Sadat. Depois continuou como presidente do Egito durante 30 anos.

Raros casos apontam bilhões como em nosso país, a maioria fica em milhões.

Na China chegaram ao valor de três milhões de yuan (cerca de R$1.9 milhões) como valor mínimo para pena de morte de funcionário público corrupto. Se a corrupção for cerca de R$1.9 milhões é pena de morte. Se for menos é prisão perpétua.

Alfredo Moro Morelli
redator do Barão em Foco
 

 

 

 

 

 

 

 

 

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